Maurício Manfrini sobre sequestro: “Pensava que ia morrer”

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Maurício Manfrini, que é bastante conhecido por seu personagem Paulinho Gogó na A Praça é Nossa, do SBT, está bastante acostumado a levar o riso à pessoas em suas casas, mas, na última semana, ele passou por apuros ao ser mais uma vítima da violência no Brasil ao sofrer um sequestro relâmpago.

Em conversa com um portal de notícias, Manfrini contou que, agora, está encarando toda a história com bom humor e até fez graça para o programa da Praça que vai ao ar na próxima quinta-feira (4).
gogo
“Ontem, fizemos um quadro que eu até fiz graça com isso na Praça, ficou muito legal. Mas quero deixar bem claro que só fiz isso, porque eu brinquei comigo mesmo. Jamais faria se fosse uma brincadeira com outra pessoa, por exemplo, quando o Luciano Huck e a Angélica caíram com o avião. Eu jamais faria uma brincadeira com eles. Fiz porque é comigo e ficou muito legal”, afirmou.
Manfrini ainda contou que, a partir do momento em que ficou na posse dos bandidos no Rio de Janeiro, só achava que ia morrer.
“Na hora que entraram no carro, eu só pensava: ‘Eu vou morrer…’. Eles falavam a todo momento que iam me matar, mas independente disso, eu consegui manter a calma. Cobriram a minha cabeça e só tiraram minha mulher do carro. Eles (bandidos) discutiam o tempo todo. Um queria me matar, o outro não. Um queria meu tênis, o outro não. Eu só agradeci a Deus por meu filho, que sempre está comigo, não estar no carro. Ele preferiu dormir na casa da avó dele e não veio comigo por sorte, coisa do destino mesmo. Se ele estivesse, não ia dar tempo de tirarem ele do carro e seria algo pior para mim”, contou.
O humorista contou que é algo que nunca vai esquecer em sua vida e que isso fez ele mudar um pouco o 682950-Paulinho-Gogó-acusa-Zorra-Total-de-plágio-01modo de como vê a vida. “Foram 10 minutos que pareceram 10 horas para passar. Depois que a ficha começa a cair de tudo que aconteceu, a adrenalina vai passando e você começa a pensar em um monte de coisa que podia ter acontecido. É uma coisa que não desejo a ninguém, não tem como contar. É um turbilhão de emoções enorme. Se eu fosse um cara de ONG que defende bandido, sabe? Eu teria mudado de ideia na hora”, finalizou.

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